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17 de Novembro de 2019, 04:49

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workshop, saneamento básico, agergs
Com uma abordagem acerca do papel do agente público e os desafios futuros da área do saneamento, o evento reuniu representantes de órgãos, Municípios, autoridades e entidades ligadas ao setor. - Foto: Cíntia Fuchs/ASCOM AGERGS

Saneamento básico é tema de debate com especialistas em Workshop

Na segunda-feira (14), a AGERGS promoveu Workshop para discutir com especialistas sobre o cenário atual do saneamento básico no Estado do Rio Grande do Sul. Com uma abordagem acerca do papel do agente público e os desafios futuros da área, o evento reuniu representantes de órgãos, Municípios, autoridades e entidades ligadas ao setor, na Sala de Sessões da Agência.

O Workshop teve início com a fala do Diretor-Geral da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marcelo Spilki. Na ocasião, Spilki parabenizou a Autarquia pela iniciativa de realizar o evento para promover o importante debate sobre questões relacionadas ao saneamento, visando, também, aprimorar a regulação e fiscalização nesta área. 

Ainda de acordo com o Diretor-Geral da SEMA, no Estado, em termos de fornecimento de água, o percentual está em torno de 97%, 98%, mas, por outro lado, a porcentagem da coleta de esgoto é baixa, beirando os 30%. “É hora de termos maiores investimentos no saneamento básico. O País está caminhando para uma transformação no setor, através da tentativa do Governo Federal de levar adiante o novo marco e o Rio Grande do Sul não pode ficar para trás”, ressalta Spilki.

Na oportunidade, o Diretor-Geral da AGERGS, Odair Gonçalves palestrou sobre o papel da Agência na área do saneamento. Dentre os tópicos citados por Gonçalves, ele destaca que a AGERGS tem trabalhado na fiscalização dos Planos Municipais de Saneamento Básico e dos indicadores, nas revisões e reajustes tarifários e, também, na normatização dos serviços de saneamento. Além disso, a Agência Reguladora tem investido na capacitação técnica das comissões dos 285 Municípios a qual regula, para que efetuem a fiscalização primária dos contratos referentes aos Planos Municipais de Saneamento Básico, que compete aos Municípios, pela lei, fazer. “Com uma fiscalização adequada, a população receberá serviços públicos de qualidade", salienta o Diretor-Geral da AGERGS.

Após, o Diretor-Presidente da Corsan, Roberto Correa Barbuti afirmou que o projeto das PPP’s na Região Metropolitana é de extrema importância, pois, é uma das alternativas mais relevantes para viabilizar o plano de investimentos da Companhia, como, também, abre caminho para novas PPP’s em outras regiões do Estado. “Nosso grupo técnico tem avançado no trabalho referente a esse assunto, e a ideia é que a Corsan consiga apresentar quatro editais no ano que vem”, declara Barbuti.

Com a palavra, o Promotor de Justiça e Coordenador do CAOURB, Maurício Trevisan ressaltou que as soluções individuais podem ser consideradas como sistemas eficazes, seguros e adequados para garantir a universalização do acesso aos serviços de esgotamento sanitário, “desde que recebam manutenção periódica do titular dos serviços, conforme normas técnicas. Garantindo, assim, qualidade e regularidade na prestação”.

Por fim, em sua apresentação sobre perdas e estratégias para redução de custos e consumo de energia, o Diretor-Presidente da AEGEA, Hamilton Amadeo enfatizou que a questão do controle de perdas nos sistemas de abastecimento de água e redução de custos não deve ficar sob responsabilidade da equipe que cuida de todas as operações no dia a dia, mas, sim, deve ficar a cargo de um núcleo separado, que realizará o controle centralizado, com um orçamento e políticas próprias. “Desenvolvendo essa estratégia, os resultados aparecerão”, explica. Segundo Amadeo, a AEGEA tem aplicado esse método e realizado um grande trabalho na redução de perdas, que tem como foco a gestão da pressão da água.

Texto: Cíntia Esther Fuchs/ASCOM AGERGS

 

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